Após algumas horas de espera no aeroporto de Santa Crruz de la Sierra (comendo deliciosos cinnabons), embarcamos no avião da Amaszonas aerolíneas com destino à Sucre.
Uma hora de viagem. Boa linha aérea!
A ciudad blanca estava cor de rosa na hora em que chegamos, a poucos momentos do pôr do sol. O hostel (La Escondida) fica numa área movimentada (calle Junin), mas tem um bom quarto pra casal, água super quente no chuveiro, 200 bolivianos por dia (...sim! 1 dólar são 6,9 bolivianos!)
A Bolívia é uma viagem bem barata, dorme-se e come-se (nem sempre tão bem) sem que isso pese muito no orçamento, é gastar com as coisas três vezes menos que no Brasil - o que é muito bom, porque é mais difícil limitar-se. E a Bolívia exige que nossos horizontes se expandam!
Sucre, por sua vez, é uma cidade colonial, capital administrativa do país. É das cidades mais desenvolvidas da região do altiplano, tem bons restaurantes e museus bacanas.
Comemos bem no Joy Ride, restaurante do Hostel de mesmo nome. É decoradinho, tem rock n roll e pratos bem variados- algo que vai rareando conforme adentramos o país.
1o dia: Casa da Libertad (aprender história da Bolívia - ir com guia é essencial e eles costumam oferecer esse serviço), parque Simón Bolívar (que tá mais pra uma grande praça, mas é legal pra reunir pessoas e respirar longe dos carros), almoço no centro de cultura alemã (sim, os alemães parecem se amarrar na Bolívia!), passeio à recoleta (fica lá em cima e tem um belo visual - foto!). Jantamos no Florin (super delícia), sono. Hasta mañana à Potosí.
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